Kamila Sampaio

Tem graduação em Letras Português & Inglês pela Universidade Federal do Oeste do Pará (2022) e aperfeiçoamento em Formação em Aprendizagem Integral, Gestão e Avaliação Educacional pela Universidade Federal do Ceará. Sua  experiência está voltada para a área de Comunicação, com ênfase em Gerenciamento e Planejamento de Comunicação, Assessoria de Imprensa, Produção e Direção Audiovisual, bem como no desenvolvimento de projetos e campanhas junto a movimentos sociais e organizações indígenas. É militante e Comunicadora do Movimento Tapajós Vivo, um movimento social fundado em 2009 que une pessoas da sociedade civil e organizações populares em defesa dos direitos dos povos da bacia do Tapajós. Também atua como Comunicadora e Educadora Popular na Escola de Militância Socioambiental Amazônida, cuja missão é fortalecer a consciência crítica e o comprometimento dos moradores afetados ou ameaçados pelos empreendimentos que prejudicam a Amazônia, por meio da partilha de conhecimentos científicos e populares. Atualmente, também colabora na comunicação do Coletivo de Mulheres Indígenas As Karuana, composto por mulheres de diversas etnias da Região do Baixo Tapajós, que representam a força e resistência da mulher indígena. Além disso, trabalha na formação de comunicadores indígenas do Conselho Indígena Tupinambá do Baixo Tapajós.

Publicação

O Grito Ancestral das Mulheres Tupinambá no enfrentamento à Emergência Climática
Para o Povo Tupinambá, não são apenas seus corpos físicos que vêm sendo impactados pelos riscos socioambientais e climáticos já causados pelo corredor logístico Tapajós-Xingu, mas também o espiritual e ancestral do seu povo. O Rio Tapajós é um dos maiores afluentes do Amazonas, ocupando cerca de 6% do território brasileiro, tendo sua nascente no estado do Mato Grosso, na confluência dos rios Juruena e Teles Pires. Este rio está situado no "arco norte", sofrendo impactos diretos de projetos de…